Ainda que tenha menos de um mês, a nova gestão da Record, formada por Luiz Claudio Costa e Marcelo Silva, já começou a implantar diretrizes totalmente distintas às praticadas pela dupla anterior, cujos postos eram ocupados por Alexandre Raposo e Honorilton Gonçalves.
Marcelo Silva, na posição de vice-presidente artístico e de programação, decidiu suspender qualquer tipo de reportagem atacando desafetos. A prática, que era comum na gestão de Raposo e Honorilton, não poupou empresas como o Ibope, Rede Globo, Folha de São Paulo, além da Igreja Mundial do Poder de Deus, de Valdemiro Santiago.
A partir de agora, não será tolerado qualquer tipo de provocação a concorrentes ou empresas e instituições envolvidas em jogos de interesses contrários aos do canal. O foco agora é concentrar esforços nas necessidades da própria casa.
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